Equação de Pell
Na matemática, mais especificamente dentro das equações Diofantinas, a equação de Pell é a equação " ".
Esta equação foi nomeada em homenagem ao matemático inglês John Pell e foi estudada por Brahmagupta no século VII e por Fermat no século XVII[1]. A equação de Pell é um caso especial da equação diofantina quadrática e tem a forma:
.
Onde n é um inteiro positivo.
Se n não possui raiz exata, então existem infinitas soluções inteiras (Se n tiver raíz exata pode-se mostrar que a única solução é e )[2].
Nas coordenadas cartesianas, a equação que tem a forma de uma hipérbole; soluções ocorrem sempre que a curva passa através de um ponto cujas coordenadas e são ambas números inteiros, tais como a solução trivial[3] com em e [4][5]. Joseph Louis Lagrange provou que, contanto que não seja um quadrado perfeito, a equação de Pell tem infinitas soluções inteiras distintas. Estas soluções podem ser usadas para aproximar com precisão a raiz quadrada de pelos números racionais de forma [6]
Uma solução
Considere os coeficientes da fração continuada de e r o índice a partir do qual os coeficientes ficam periódicos.
Se r é par, seja e . Caso contrário, seja e . Surpreendentemente, existe um teorema que diz que x, y representam a menor solução inteira positiva para (1)[7]. Predefinição:Referências
Predefinição:Esboço-matemática
- ↑ Predefinição:Citar web
- ↑ Predefinição:Citar web
- ↑ Introduction to partial differential equations with applications, by Zachmanoglou and Thoe, p309
- ↑ The Pell equation
- ↑ Lagarias, J. C. "On the Computational Complexity of Determining the Solvability or Unsolvability of the Equation ." Trans. Amer. Math. Soc. 260, 485-508, 1980.
- ↑ Pell Equation
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